BEM VINDO(A) AO NOSSO BLOG!

Aqui você vai encontrar informação sobre o meio rural com isenção e imparcialidade. Sinta-se à vontade para comentar os assuntos propostos e proponha, você também, novos assuntos para serem colocados em pauta. Sua participação é muito importante para que nosso blog aborde as questões efetivamente relevantes para os agricultores e pecuaristas da região de Jaú-SP.



SECRETÁRIO ESTADUAL DA AGRICULTURA JOÃO SAMPAIO FOI O ENTREVISTADO ESPECIAL DA ANTENA RURAL Nº 01

SECRETÁRIO ESTADUAL DA AGRICULTURA JOÃO SAMPAIO FOI O ENTREVISTADO ESPECIAL DA ANTENA RURAL Nº 01
Ele, que tem raízes na terra roxa jauense, foi um dos principais responsáveis pela conquista de uma unidade da Universidade de São Paulo para nossa cidade.

NOSSOS PATROCINADORES

NOSSOS PATROCINADORES
Irriga Bauru firma parceria com a Cooperativa Agrícola da Zona do Jahu e trabalha para dotar os cafezais da região de Jaú com os mais modernos sistemas de irrigação e fertiirrigação.

Javel - Oficina mecânica especializa-se me ar-condicionado para caminhões e tratores e presta serviços diretamente no campo.

SAJAC - Concessionária recebe os primeiros lotes do mais novo lançamento da VW: AMAROK

ASSOCICANA fortalece a representatividade do setor sucroalcooleiro da região.

Pascano - Empresa inova e implanta serviço de concreto

COCREJAU - Cooperativa de crédito oferece as melhores taxas do mercado financeiro.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

AGRISHOW DESPERTA INTERESSE DE PEQUENOS PRODUTORES RURAIS

Os grandes fabricantes de tratores e colhedoras estão de volta à Feira Internacional da Tecnologia Agrícola em Ação - Agrishow, o maior evento do agronegócio da América Latina, em Ribeirão Preto (nordeste de São Paulo). A expectativa dos organizadores é movimentar R$ 860 milhões em negócios em 2010, alta de 26,4% sobre os R$ 680 milhões do ano passado, além de receber 140 mil visitantes entre 26 e 30 de abril.
Ausentes no ano passado, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) – que reúne empresas como a John Deere, New Holland, Case IH, Massey Ferguson, Valtra, Agrale e Yanmar – confirmou presença. A participação a cada dois anos possibilita um período de investimentos em lançamentos de produtos para o setor.

Para 2010, organizadores e governos estadual e municipal investiram R$ 13 milhões em obras e infraestrutura, entre elas uma nova planta para a feira, a reformulação da rede elétrica e a construção de um novo acesso para os visitantes. O novo acesso, no anel viário de Ribeirão Preto, foi projetado para facilitar a chegada do público ao evento e evitar congestionamentos na rodovia.

O Sebrae em São Paulo participará do Agrishow com um estande institucional de 300 metros quadrados para apoiar os produtores de pequenas propriedades que visitarão a feira. Ao todo 18 missões de várias regiões do Estado terão o apoio do Sebrae para participar da Agrishow.

Para o consultor de agronegócios do Sebrae/SP, Sílvio César de Souza, a feira proporciona aos pequenos agricultores a possibilidade de conhecerem novas tecnologias e sistemas de produção que podem ajudar a aumentar a produtividade de suas propriedades.

No dia 28, haverá um encontro de gestores de agronegócio da instituição. Na ocasião, serão apresentados o termo de referência de agronegócios do Sebrae/SP e a experiência do Ministério do Desenvolvimento Agrário com o uso da agricultura familiar para a merenda escolar, além do Programa de Aquisição de Alimentos.

Atualmente o Sebrae/SP atua em 10 cadeias produtivas. A que tem o maior número de projetos é a da fruticultura, atendendo 13 projetos com 650 empresários em praticamente todo o Estado de São Paulo. A cadeia da olericultura (hortaliças) é a maior em número de produtores envolvidos. São 2.200 nas regiões do Sudoeste Paulista, Sorocaba, Vale do Ribeira, Bauru, São João da Boa Vista e Botucatu.

ANOTE NA AGENDA

Agrishow - 17ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação

Data: de 26 a 30 de abril de 2010

Horário: das 8 às 18 horas

Local: Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo Pólo Regional de Desenvolvimento Tecnológico dos Agronegócios do Centro-Leste Centro de Cana

Endereço: Rodovia Antonio Duarte Nogueira Km 321 - Ribeirão Preto/SP

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

MODELO MATEMÁTICO DESENVOLVIDO NA ESALQ PRODUZ CANA-DE-AÇÚCAR MAIS DOCE

Uma pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), em Piracicaba, mostrou que é possível estimar os melhores métodos de cultivo de cana-de-açúcar, com índices de acerto entre 85 e 90%. Tais estimativas buscam produzir safras de cana com maior teor de açúcar, podendo aumentar o lucro final das empresas canavieiras em até 5%.
O professor Edgar Gmoes Ferreira de Beauclair, do Departamento de Podução Vegeta da Esalq, desenvolveu um modelo matemático que faz duas estimativas: a previsão da produção em toneladas por hectare; e a previsão de acúmulo de sacarose na cana. "A primeira mostra qual será a produtividade do canavial; e a segunda, a previsão do teor de açúcar, que, em outras palavras, representa a qualidade da cana", explica.

Beauclair desenvolve estudos com modelos matemáticos de otimização de safra desde 1984. Em 2009, o pesquisador Maximiliano Salles Scarpari, orientando do professor, defendeu uma tese de doutorado em que focou a previsão do teor de açúcar da cana.

O professor explica que a planta produz açúcar (sacarose) durante a fotossíntese. Essa produção aumenta em condições de calor e umidade elevados. Em situações contrárias (frio e pouca umidade), a planta tende a produzir e consumir menos açúcar, a fim de acumular reservas.

O modelo desenvolvido em 2009 calcula a produção a partir de valores de umidade, temperatura e parâmetros fisiológicos, mais especificamente aqueles que vão gerar plantas com mais açúcar e, consequentemente, mais qualidade. "Os cálculos são realizados a partir de dados de previsão meteorológica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que realiza o monitoramento do clima e fornece previsões confiáveis com até três meses de antecedência", explica Beauclair.

A partir desses dados, os pesquisadores conseguiram estimar a maturação da cana com um índice de acerto entre 85 e 90%. Os poucos erros acontecem em casos de mudanças climáticas extremas e outros fenômenos que alteram as previsões de tempo e o balanço hídrico do INPE.

MODELO DE GESTÃO

Essas estimativas fazem parte de um modelo de gestão que define a melhor solução para se gerenciar uma lavoura de cana-de-açúcar. O modelo conseguiu produzir um aumento de 2,5% na margem de lucro das empresas em que foi aplicado. "Em simulações feitas no laboratório, comparando a safra ocorrida e como ela seria feita com as previsões mais acuradas da maturação das variedades, essa margem foi entre 4 e 5%", explica Beauclair.

Segundo o professor, o modelo de gestão usa técnicas de pesquisa operacional, geralmente programação linear, onde todas as alternativas de aumento da produção são comparadas e testadas. "É uma visão abrangente de todos os cenários possíveis e, graças aos recursos matemáticos e computacionais, a melhor alternativa global é escolhida, mas sempre em função das estimativas fornecidas. E é aí que o modelo de estimativa torna viável a aplicação prática de toda a tecnologia", explica.

No estudo de Scarpari, foram analisadas algumas colheitas de canaviais do município de Piracicaba entre 1998 e 2003. Foram considerados dados sobre maturação, idade do canavial, solos, variedades, florescimento e manejo. Esses dados serviram para estimar a safra 2003/04. "O resultado é que todos os modelos de previsão desenvolvidos se mostraram significativos, auxiliando efetivamente o planejamento agrícola e otimizando os canaviais estudados", esclarece o professor.

Os pesquisadores trabalham agora para aumentar a previsibilidade do modelo, que hoje é de três meses. Beauclair acredita que seja possível fazer as estimativas chegarem a uma safra inteira, que dura oito meses.

MAIS INFORMAÇÕES


Telefone: (19) 3429-4115


quinta-feira, 15 de abril de 2010

INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA REDUZ EMISSÕES DE GASES DO EFEITO ESTUFA

A mudança de uso da terra somada à agricultura é responsável por cerca de 60% das emissões de gases do efeito estufa (GEE) no Brasil. Pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), em Piracicaba, mostra que a adoção da técnica de integração lavoura-pecuária (ILP) pode reduzir o nível de emissões, aumentando a fixação de carbono no solo. O estudo foi realizado pelo engenheiro agrônomo João Luiz Nunes Carvalho.
O trabalho, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), foi desenvolvido nos estados de Rondônia, Mato Grosso e Goiás. Foram coletadas amostras de solo e de GEE entre os anos de 2005 e 2010, com objetivo de calcular no laboratório os fluxos de gases e taxas de sequestro de carbono do solo.
O pesquisador mapeou o que ocorre com o carbono do solo em diferentes cenários de uso da terra, variando desde a vegetação nativa até áreas de integração lavoura-pecuária. "Nós já sabemos que, bem manejada, a pastagem acumula carbono no solo, mas quando associada aos sistemas de ILP não tínhamos os valores exatos", aponta Carvalho.
O estudo verificou que a implantação da integração em áreas anteriormente sob Sistema de Plantio Direto (SPD), baseada no binômio soja-milho, exibiu aumentos no estoque de carbono do solo da ordem de 0,82 a 2,58 toneladas por hectare por ano. A implantação dos sistemas de ILP resultou em taxas de acúmulo de carbono muitos superiores àquelas observadas após a conversão de cultivo convencional para SPD. Ou seja, a mitigação na emissão de gases é um efeito direto do ILP e em grandes proporções. "Na integração, há uma soma dos benefícios do plantio direto, somada aos pontos positivos da pastagem, o que conduz a elevação do carbono no solo e a redução drástica de emissão de gases", ressalta o engenheiro agrônomo.
MANEJO
A conversão de vegetação nativa para culturas agrícolas, mesmo em SPD, representou redução de carbono no solo, mas a magnitude dessas perdas depende, entre outros fatores, do manejo do solo. No sistema ILP usa-se a terra o ano inteiro. Após a colheita da soja, por exemplo, o agricultor planta o milho, consorciado com braquiária. Assim que o milho é colhido, a braquiária já está pronta para o consumo pelos animais, justamente nos meses de seca, quando a maioria das pastagens apresenta pouca oferta de forragem e ainda material de baixa qualidade. Dessa forma, os animais permanecem por quatro meses nesse pasto de boa qualidade sob ILP.
"Quando chega a hora do novo plantio, em outubro, retira-se o gado, o capim cresce um pouco, e em seguida aplica-se herbicidas e planta-se a nova cultura direto na palha da braquiária. Está assim caracterizada a verticalização da produção", explica Carvalho. O pesquisador espera que o resultado de seu estudo, somado a outros benefícios já evidenciados, possa dar sustentação a programas governamentais de incentivos à implantação dos sistemas de ILP em larga escala."
A ILP resulta em diversificação de atividades e garante renda o ano inteiro, possibilitando que muitos produtores saiam do vermelho", observa o pesquisador. "Na ponta da cadeia produtiva, haverá ainda o argumento de que o consumidor terá a disposição produtos diferenciados, mais limpos, com menor pegada de carbono e sem restrições ambientais", finaliza o pesquisador. O sistema vem se mostrando uma tendência no País, mas sua massificação ainda é relativa, já que a sua adoção esbarra em questões culturais e financeiras.
Em 2009, os governos federal e paulista estabeleceram metas para redução das emissões de gases do efeito estufa no setor agropecuário até o ano de 2020. A tese de doutorado Dinâmica do carbono e fluxos de gases do efeito estufa em sistemas de integração lavoura-pecuária na Amazônia e no Cerrado foi apresentada no Programa de Pós-graduação em Solos e Nutrição de Plantas da Esalq.
O trabalho teve a orientação do professor Carlos Clemente Cerri, do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da USP.
Fonte: Agência USP de notícias

sábado, 10 de abril de 2010

PESQUISA REVELA QUE CONSUMO DE FRUTAS E HORTALIÇAS AUMENTOU NO PAÍS

Pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde (MS) indica que os brasileiros estão consumindo mais frutas e hortaliças. Em 2009, 30,4% da população com mais de 18 anos optaram por esses alimentos cinco ou mais vezes por semana. Entretanto, apenas 18,9% consumiram as cinco porções diárias recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O levantamento alerta também para o aumento do consumo de alimentos com alto teor de gordura e de açúcar. Em 2009, 33% dos adultos comiam carnes com excesso de gordura. Refrigerantes e sucos artificiais, de acordo com a pesquisa, também tinham destaque na dieta dos brasileiros – 76% dos adultos beberam esses produtos pelo menos uma vez por semana e 27,9%, cinco vezes por semana ou mais.

O leite com alto teor de gordura chegou a ser consumido cinco vezes por semana por 58,4% dos brasileiros, um aumento de quase 2 pontos percentuais em três anos. Já o consumo do feijão apresentou queda: em 2009, esteve presente na mesa de 65,8% da população, contra 71,9% em 2006.

Para o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, os dados são preocupantes e mostram uma mudança no padrão alimentar do brasileiro. "Vivemos uma transição demográfica importantíssima e também uma transição alimentar bastante negativa", disse.

Ele destacou que o feijão é fonte de proteína e fibras e lembrou que consumir as versões diet e light dos refrigerantes nem sempre é a melhor saída, por causa do alto teor de sódio.

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 9 de abril de 2010

TESTE DO CHIP DO BOI MOSTRA ECONOMIA DE TEMPO NO MANEJO DO GADO

Teste realizado no dia 6 de abril de 2010 pelo Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec) em uma fazenda em Mato Grosso do Sul mostrou que a tecnologia do Chip do Boi desenvolvida pela empresa de Porto Alegre (RS) pode reduzir em até 95% o tempo gasto no trabalho de pesagem do gado. Na demonstração feita na fazenda Boa Esperança, no município de Anastácio, o peso de 50 animais foi verificado em 15 minutos, trabalho que sem o dispositivo – brinco com o chip preso na orelha do gado - levaria cinco horas.

O ganho de tempo se deve ao fato de que no momento em que cada boi era pesado, os dados eram automaticamente registrados por um computador no histórico daquele animal no banco de dados da propriedade, eliminando a necessidade de apontamentos manuais.

O teste faz parte do ciclo de uso experimental do circuito integrado, o primeiro dispositivo do gênero 100% desenvolvido pela companhia. Além do rebanho de cinco mil animais da Boa Esperança, o Chip do Boi é testado em duas fazendas, em Minas Gerais, totalizando cerca de oito mil cabeças de gado. Nas próximas semanas, o Ceitec deve estender o projeto a outras três propriedades.

Segundo o presidente da empresa, Eduard Weichselbaumer, os testes verificam como os brincos estão funcionando no dia a dia para detectar a necessidade de aperfeiçoar o produto. Os testes devem continuar até junho de 2010 e o início da comercialização do chip é previsto para o segundo semestre do mesmo ano.

FUNCIONAMENTO

Uma antena emite um sinal eletromagnético captado pelo chip, que responde com um novo sinal informando o código do animal. O receptor repassa o número a um computador, registrando qual animal está sendo pesado ou está deixando a propriedade. A tecnologia objetiva facilitar a identificação dos animais registrados no Serviço Brasileiro de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (Sisbov).

A rastreabilidade é um sistema de identificação e acompanhamento da movimentação dos animais quando na pastagem e depois de deixá-la. Com esse controle, é possível saber todos os passos de um animal por meio de um código registrado em brincos ou chips.

Fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia

quinta-feira, 8 de abril de 2010

PROTOCOLO AGROAMBIENTAL (ETANOL VERDE)

Os produtores de cana-de-açúcar que aderirem ao Protocolo deverão:

a. Antecipar, nos terrenos com declividade até 12% e com área acima de 150 hectares e em solos com estruturas que permitam a adoção de técnicas usuais de mecanização da atividade do corte mecanizado de cana, o prazo final para a eliminação da queimada da cana-de-açúcar, de 2021 para 2014, adiantando o percentual de cana não queimada, em 2010, de 50% para 60%;

b. Antecipar, nos terrenos com declividade acima de 12% e com área acima de 150 hectares e demais áreas com estrutura de solo que inviabilizem a adoção de técnicas usuais de mecanização da atividade do corte mecanizado de cana, o prazo final para a eliminação da queimada da cana-de-açúcar de 2031 para 2017, adiantando o percentual de cana queimada, em 2010, de 10% para 20%;

c. Antecipar, nas áreas com até 150 hectares e demais áreas com estrutura de solo que inviabilizem a adoção de técnicas usuais de mecanização da atividade do corte mecanizado de cana o prazo final para a eliminação da queimada da cana-de-açúcar, de 2031 para 2017, adiantando o percentual de cana não queimada, em 2010, de 10% para 20%;

d. Em 2014, os prazos estabelecidos nos itens “a”, “b” e “c”, serão avaliados, tomando como referência os avanços na tecnologia da colheita mecanizada de cana crua e a disponibilidade de máquinas e equipamentos;

e. Não utilizar a prática da queima da cana-de-açúcar para fins de colheita nas áreas de expansão de canaviais;

f. Adotar ações para que não ocorra a queima, a céu aberto, da palha da cana-de-açúcar proveniente da colheita de cana crua;

g. Proteger as áreas de mata ciliar das propriedades canavieiras, devido à relevância de sua contribuição para a preservação ambiental e proteção à biodiversidade;

h. Proteger as nascentes de água das áreas rurais e a vegetação ao seu redor;

i. Adotar boas práticas para Conservação de Recursos Hídricos, favorecendo o adequado funcionamento do ciclo hidrológico, incluindo controle sistemático da qualidade da água;

j. Adotar práticas de Conservação do Solo, incluindo o combate à erosão e a contenção de águas pluviais nas estradas internas e carreadores;

k. Adotar boas práticas para descarte de embalagens vazias de agrotóxicos, promovendo a tríplice lavagem, armazenamento correto, treinamento adequado dos operadores e uso obrigatório de equipamentos de proteção individual.

INCRA LIBERA CADASTRAMENTO DE IMÓVEL RURAL PARA MAIS DE 73 MIL PROPRIETÁRIOS

Mais de 73 mil proprietários rurais que não conseguiram emitir o Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) de suas propriedades poderão conseguir o documento pela internet. O documento é imprescindível para os proprietários que precisam tomar crédito para financiamento. O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) analisou a situação desses imóveis e concluiu que não há restrição para a emissão do documento. Os imóveis que serão liberados fazem parte de um grupo de cerca de 93 mil propriedades, cujos donos reclamaram de não conseguirem emitir o documento. As reclamações chegaram ao Incra pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Devido à grande demanda, o órgão federal decidiu analisar caso a caso, adotou medidas para simplificar os processos e liberou a certificação de 73 mil imóveis. A partir do dia 9 de abril de 2010 o código dos imóveis liberados estará disponível no site do Incra.

"Estamos liberando a carteira de identidade desses imóveis rurais que é o CCIR. Isso é muito importante porque estamos liberando 73 imóveis que perfazem 103 milhões de hectares. Esse documento é fundamental para desmembramento, para herança, mas agora, dentro do calendário agrícola, ele é fundamental para acesso ao crédito. Temos vários estados onde os imóveis estavam inibidos, e, com isso, os proprietários não acessavam crédito para iniciar a colheita", enfatizou o presidente do Incra, Rolf Hackbart.

Entre as medidas simplificadoras adotadas pelo Incra está a dispensa do georreferenciamento dos imóveis para a atualização cadastral. O georreferenciamento é um levantamento realizado por empresas certificadas pelo Incra que indicam a exata localização dos imóveis com a identificação das coordenadas geográficas. Esse levantamento é fornecido gratuitamente pelo governo para os pequenos proprietários rurais, mas para os produtores médios, o custo era elevado.

O levantamento só será exigido pelo Incra em caso de venda ou compra do imóvel, desmembramentos ou transferências. "Para a atualização, basta apresentar a documentação mínima, não precisa mais do georreferenciamento que é um levantamento custoso e demorado", destaca Hackbart.

A atualização cadastral do imóvel rural, pela lei, tem que ser feita de cinco em cinco anos, mesmo que o imóvel continue sob a mesma propriedade.

Na opinião do vice-presidente da CNA, Fábio Meirelles Filho, a simplificação do processo e a padronização dos procedimentos adotados pelo Incra faz com que informações contraditórias deixem de circular.

"Burocracia é problema em qualquer lugar e muita gente aproveita a desinformação para ganhar dinheiro. O que houve até então era uma grande desinformação sobre CCIR e georreferenciamento. A desinformação atingia as unidades do Incra e também outros setores. Nós simplesmente conseguimos, dentro de uma pauta de discussões do Incra com a CNA, a chegar a uma solução comum", disse Meirelles que participou de toda articulação da confederação junto com o Incra.
Fonte: Agência Brasil

LEVANTAMENTO DA CONAB INDICA QUE BRASIL PODERÁ COLHER A MELHOR SAFRA DA HISTÓRIA

A produção brasileira de grãos na safra 2009/2010 deve ser 8,3% superior à do último ciclo, alcançando 146,31 milhões de toneladas. A estimativa, divulgada ontem (7/4/10) no sétimo levantamento da safra de grãos feito pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), é a melhor da história, superando em 1,6% o recorde anterior, conquistado na safra 2007/2008, com 144,14 milhões de toneladas colhidas. Segundo a Conab, os grandes responsáveis pelo resultado são o bom regime de chuvas nas áreas de maior produção, a ampliação de área do milho segunda safra e a antecipação do plantio de soja em Mato Grosso. Levando em consideração apenas a soja, deve haver crescimento de 17,9% na produção, ou 10,22 milhões de toneladas, elevando a produção para 67,39 milhões de toneladas.

No milho segunda safra, os agricultores aumentaram em 3% a área plantada e conseguiram um ganho de 15,9% em produtividade. Com isso, a colheita totalizará 20,73 milhões de toneladas, um aumento de 19,5% em relação ao ciclo 2008/2009. Somada à primeira safra, a produção atinge 54,14 milhões de toneladas, o que representa aumento de 6,1% ou 3,13 milhões de toneladas na comparação com o período anterior.

De acordo com a Conab, metade de toda a safra já foi colhida. O Mato Grosso, um dos principais produtores do país, está na fase final da colheita. Goiás e Paraná já colheram mais de 60% e o Rio Grande do Sul, quase 30%. Dos principais produtos consumidos, já foram colhidos 60% do milho primeira safra, 65% da soja, 40% do arroz e todo o feijão primeira safra.

Apesar do crescimento da produção, a área total plantada nesta safra foi de 47,6 milhões de hectares, apresentando redução de 2% em relação ao ciclo anterior. Para chegar a esses valores, 68 técnicos da Conab foram a campo ouvir representantes de cooperativas e sindicatos rurais, órgãos públicos e privados em todos os estados, entre os dias 15 e 26 de março.

"SUPERSAFRA" TRAZ DESAFIOS

A safra recorde de grãos anunciada ontem (7/4/10) pela Companhia Nacional de Abastecimento, de 146,31 milhões de toneladas, traz um grande desafio ao governo: o apoio à comercialização. Na primeira entrevista depois da posse como ministro da Agricultura, Wagner Rossi afirmou que prefere enfrentar o desafio do que chamou de "supersafra" ao de uma escassez, mas acrescentou que a atuação federal precisa ser maior.

"Entre o desafio de enfrentar a escassez e o de enfrentar uma grande safra, eu prefiro a fartura, mas vamos ter dificuldades de armazenar e transportar", afirmou durante o anúncio do sétimo levantamento da safra de grãos elaborado pela Conab.

Antes do comentário do ministro, o secretário de Política Agrícola do ministério, Edilson Guimarães, disse que não sabia se ficava feliz ou não com a estimativa de safra recorde. "Com uma safra dessas o governo terá que ter uma atuação muito forte", disse.

O motivo da preocupação é que a maior produção não leva, necessariamente, ao aumento da renda dos agricultores. Além disso, os ministérios da Agricultura e da Fazenda travam uma queda de braço para definir a portaria interministerial autorizando os mecanismos de apoio à comercialização de grãos.

Mas as duas pastas não chegam a um acordo quanto à melhor forma de fazê-la. Enquanto o primeiro ministério cobra maior agilidade, o segundo exige um maior detalhamento em relação a cada medida de apoio. As negociações começaram no final de janeiro e, mais de dois meses depois, com metade da safra já colhida, os técnicos dos dois ministérios ainda não chegaram a um consenso. Guimarães disse esperar que a decisão final saia até meados de abril, mas ainda aguarda a resposta do Ministério da Fazenda.

Ao final da coletiva, o ministro elogiou os três principais diretores da Conab, Rogério Colombini, de Operações e Abastecimento; Silvio Porto, de Política Agrícola e Informações do Agronegócio; e Alexandre Magno, de Administração. "Feliz a Conab que tem esses excelentes técnicos em seu quadro. Qualquer um deles seria um ótimo presidente", comentou em relação à escolha do seu substituto como presidente da estatal. Segundo Rossi, o novo presidente da Conab deve ser escolhido hoje (8/4/10).

IBGE ESTIMA AUMENTO DE 8,5%

A produção de grãos no Brasil este ano deverá atingir 145,2 milhões de toneladas, um volume 8,5% maior do que o obtido em 2009, que foi de 133,8 milhões de toneladas. Para a área plantada, a expectativa é de um acréscimo de 1,5% também em relação ao ano passado. As informações constam do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola do mês de março divulgado ontem (7/4/10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A pesquisa aponta, no entanto, ainda em relação a 2009, uma queda na área plantada do arroz (-4,9%) e do milho (-4%), que, junto com a soja (entre os três produtos, único com alta, de 6,4%), respondem por 81,6% de todo o plantio no país.

Quanto à produção desses três produtos, o milho e a soja devem registrar aumento de 3% e 18,1%, respectivamente, enquanto o arroz deve apresentar recuo de 9,6%. O IBGE atribui essas projeções às chuvas abundantes e constantes durante quase todo o ano de 2009, aliadas a um período de altas temperaturas no início de 2010.

A estimativa de março em relação à safra de 2009 mostra que, entre os 25 produtos pesquisados, 15 apresentam variação positiva, com destaque para o algodão em caroço (6,2%), a batata-inglesa (1,3%), o café em grão (9,1%), a cana-de-açúcar (1,8%) e a cebola (5,7%).

Na comparação com fevereiro deste ano, o levantamento de março destaca o aumento do cultivo de três produtos – algodão em caroço (4%), milho em grão (0,4%) e soja em grão (0,6%) – e a queda de três: arroz em casca (-4,8%), café em grão (-4,7%) e feijão em grão (-4,3%).

Segundo a pesquisa, a safra de grãos para 2010 deverá ter a maior participação da Região Sul, com 61,1 milhões de toneladas (16,6%); seguida pelo Centro-Oeste, com 50,4 milhões de toneladas (3,3%); Sudeste, com 16,5 milhões de toneladas (-4,2%); Nordeste, com 13,2 milhões de toneladas (13,8%); e Norte, com 3,9 milhões de toneladas (3,9%).A diferença entre os dados divulgados pelo IBGE (145,2 milhões de toneladas) e pela Conab (146,31 milhões de toneladas) se deve aos períodos avaliados. O instituto analisa a colheita de janeiro a dezembro e a estatal se baseia no chamado ano-safra, que vai de agosto a julho.

Fonte: Agência Brasil

sábado, 3 de abril de 2010

WAGNER ROSSI DEFENDE AUMENTO DA PRODUÇÃO COM PREVERVAÇÃO AMBIENTAL

O novo ministro da Agricultura, Wagner Rossi, disse que a compatibilização entre o aumento da produção agrícola e a necessidade de preservação ambiental seguirá sendo o grande desafio de seu ministério. Durante a cerimônia de transmissão de cargo, ele criticou quem elabora as políticas ambientais sem conhecer a realidade do campo.
"Quem melhor sabe como preservar é o produtor rural, porque faz isso com a vegetação, com os mananciais. Não são aqueles que, a distância, ainda que com boas intenções, pensam o mundo a partir de suas cabeças. Temos que fazer isso com respeito", afirmou.
Rossi disse que dará continuidade às ações encampadas pelo ministro Reinhold Stephanes e destacou a luta de seu antecessor por aquela que foi considerada a maior preocupação do setor: os fertilizantes, cujo projeto para regular a exploração foi entregue no dia 30 de março de 2010 ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"Apesar de ser uma das mais produtivas, há um pé que não está funcionando na agricultura brasileira. Temos alta dependência da importação de fertilizantes. Precisamos do apoio da Petrobras e de empresas privadas, como a Vale, para alcançar a autossuficiência. O ministro Stephanes se dedicou muito a isso e vamos dar continuidade", disse.
Quanto ao apoio à comercialização de grãos, o novo ministro disse ter uma boa experiência no assunto, conquistada ao longo dos pouco mais de dois anos em que foi presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Segundo ele, é unanimidade entre os técnicos do Ministério da Agricultura que alguns detalhes propostos pelo
Ministério da Fazenda nas portarias interministeriais "engessa" todo o mecanismo de apoio aos produtores.
O substituto de Rossi na presidência da Conab ainda não foi escolhido. Segundo o recém empossado ministro da Agricultura, o presidente Lula encarregou a ele e ao ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, a tarefa. "Teremos, se possível, uma solução interna."
Fonte: Agência Brasil

WAGNER ROSSI DEFENDE AUMENTO DA PRODUÇÃO COM PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

O novo ministro da Agricultura, Wagner Rossi, disse que a compatibilização entre o aumento da produção agrícola e a necessidade de preservação ambiental seguirá sendo o grande desafio de seu ministério. Durante a cerimônia de transmissão de cargo, ele criticou quem elabora as políticas ambientais sem conhecer a realidade do campo.

"Quem melhor sabe como preservar é o produtor rural, porque faz isso com a vegetação, com os mananciais. Não são aqueles que, a distância, ainda que com boas intenções, pensam o mundo a partir de suas cabeças. Temos que fazer isso com respeito", afirmou.

Rossi disse que dará continuidade às ações encampadas pelo ministro Reinhold Stephanes e destacou a luta de seu antecessor por aquela que foi considerada a maior preocupação do setor: os fertilizantes, cujo projeto para regular a exploração foi entregue no dia 30 de março de 2010 ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"Apesar de ser uma das mais produtivas, há um pé que não está funcionando na agricultura brasileira. Temos alta dependência da importação de fertilizantes. Precisamos do apoio daPetrobras e de empresas privadas, como a Vale, para alcançar a autossuficiência. O ministro Stephanes se dedicou muito a isso e vamos dar continuidade", disse.

Quanto ao apoio à comercialização de grãos, o novo ministro disse ter uma boa experiência no assunto, conquistada ao longo dos pouco mais de dois anos em que foi presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Segundo ele, é unanimidade entre os técnicos do Ministério da Agricultura que alguns detalhes propostos pelo Ministério da Fazenda nas portarias interministeriais "engessa" todo o mecanismo de apoio aos produtores.

O substituto de Rossi na presidência da Conab ainda não foi escolhido. Segundo o recém empossado ministro da Agricultura, o presidente Lula encarregou a ele e ao ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, a tarefa. "Teremos, se possível, uma solução interna".
Fonte: Agência Brasil

REINHOLD STEPHANES: BRASIL DOMINA UM QUARTO DO COMÉRCIO AGRÍCOLA INTERNACIONAL

Antes de deixar o Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) no dia 31 de março de 2010, Reinhold Stephanes fez um balanço do avanço agronegócio brasileiro no mercado internacional nos últimos três anos, tempo em que permaneceu à frente da pasta. De acordo com nota do MAPA, Stephanes destacou que o Brasil atualmente responde por quase um quarto do comércio agrícola internacional.
Stephanes, que deixou o cargo para poder se candidatar a deputado federal nas eleições de outubro, disse que foi essencial a resolução de pendências com a Rússia, China, União Europeia, Chile e Estados Unidos para que as exportações brasileiras aumentassem. Entre as medidas adotadas, ele citou uma série de ações na área de defesa agropecuária.

"Não é trabalho fácil, pelas proporções do território brasileiro e as exigências de mercados consumidores, algumas, inclusive, artifícios meramente comerciais", afirmou o agora ex-ministro, segundo nota do MAPA.

Ele destacou também a resistência do setor frente à crise financeira internacional, ressaltando que foram atingidos os maiores índices de produção e produtividade. "O governo interveio de forma correta, utilizando instrumentos de comercialização adequados para dar liquidez à produção agrícola, substituir a retração do mercado internacional e a falta de financiamento e de compras futuras", declarou.

No ano passado, as exportações do agronegócio brasileiro renderam US$ 64,7 bilhões, uma redução de 9,8% em relação a 2008, segundo dados do Mapa. A queda, no entanto, foi menor do que a registrada nas exportações totais do Brasil, que foi de 22,7%.

Este ano os embarques voltaram a crescer. Em fevereiro o total exportado foi de US$ 4,4 bilhões, um aumento de 20,6% sobre o mesmo mês de 2009.

Stephanes transmitiu o cargo para Wagner Rossi, que até hoje ocupava a presidência da Companhia Nacional de abastecimento (Conab), órgão vinculado ao Ministério da Agricultura.

Fonte: Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento

quinta-feira, 1 de abril de 2010

AGROECOLOGIA: PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA SEM DANOS AO MEIO AMBIENTE

Muito se tem ouvido falar sobre a Agroecologia, entretanto, a compreensão sobre este conceito ainda é deficiente. Confunde-se Agroecologia com um novo tipo de mercado ou com a conhecida agricultura orgânica. Diferente disso, a Agroecologia é uma área de conhecimento que está se consolidando no caminho para se estabelecer como uma ciência. No Prosa Rural – programa de rádio da Embrapa veiculado de 29 de março a 1 de abril de 2010, o pesquisador da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna/SP) João Carlos Canuto, explica o que é Agroecologia e como o agricultor pode passar a produzir neste sistema.
"Agroecologia é um conjunto de princípios que pode ser aplicado a qualquer tipo de agricultura. No entanto, como exige o equilíbiro do sistema para que não haja doenças e pragas e para que a gente possa usar menos ou não utilizar agrotóxicos e produtos químicos, a Agroecologia depende do aumento da biodiversidade", destaca Canuto.

Segundo ele, qualquer agricultor que aumente a biodiversidade do sistema pode estar iniciando um processo de transição agroecológica. A redução do uso de agrotóxicos e substituição posterior por produtos naturais também são considerados passos para a transição agroecológica. "O auge dessa transição é o redesenho do sistema", explica.

Ele explica, ainda, que a Agroecologia, na prática, procura fomentar processos de produção não agressivos a meio ambiente (manejo ecológico de solos, cuidados com o uso da água e manejo sustentável da biodiversidade) e que tenham potencial para a inclusão social (participação, oportunidades de trabalho e melhoria da renda).

Para o avanço da transição agroecológica, o conhecimento de tecnologias é estratégico. "É fundamental o investimento em pesquisa para dar solução aos vazios tecnológicos hoje existentes, como bem se fez com a agricultura convencional ao longo de mais de um século", afirma.

Fonte: Embrapa Meio Ambiente

Eliana Lima - Jornalista

ENGENHEIRO AGRÔNOMO RECOMENDA PODA NO CAFEZAL

ENGENHEIRO AGRÔNOMO RECOMENDA PODA NO CAFEZAL
Contraste entre dois cafeeiros da mesma idade, porém um foi podado e outro não. Como se pode notar, a poda trouxe muito mais enfolhamento do pé, resultando futuramente maior produtividade por hectare plantado. Leia a matéria na Revista Antena Rural n.º 00 na qual Rodrigo Muzegante Grana, engenheiro agrônomo e diretor da COOPERCAFÉ explica as vantagens e dá dicas de como efetuar a poda com sucesso.

IMPORTANTE REUNIÃO NO SINDICATO RURAL DE JAÚ PARA CALCULAR O CUSTO DA CANA-DE-AÇUCAR

IMPORTANTE REUNIÃO NO SINDICATO RURAL DE JAÚ PARA CALCULAR O CUSTO DA CANA-DE-AÇUCAR
Após muito empenho da Diretoria do Sindicato Rural de Jaú, na pessoa de seu Presidente Ruy Pacheco de Almeida Prado, técnicos da ESALQ-USP voltaram à cidade e atuaram como facilitadores na elaboração do cálculo que define o custo da tonelada da cana. O trabalho já está concluído e será tema de matéria na Revista Antena Rural n. 00.

PECEGE DIVULGA RESULTADOS DA IMPORTANTE REUNIÃO REALIZADA NO SINDICATO RURAL DE JAÚ

PECEGE DIVULGA RESULTADOS DA IMPORTANTE REUNIÃO REALIZADA NO SINDICATO RURAL DE JAÚ

TABELA DE LUCRATIVIDADE

TABELA DE LUCRATIVIDADE